sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Raças e Estereótipos

Quanto a Raça:

Humanos (não completo)

São a raça mais comum. Costumam ser vistos por outras raças como "espaçosos" e inquietos. A grande maioria dos humanos sabe que não conseguirá nada esperando que caia dos céus e por isso tem uma mente mais aventureira e expansionista, buscando conforto que se consideram merecedores. Algumas vezes são vistos como egoístas e gananciosos por desejarem tantas coisas. Devido a forma como facilmente se entediam com certas coisas, são vistos como crianças mimadas.
Humanos são vistos como inconsequentes e impacientes muitas vezes. Talvez por ter a menos expectativa de vida que as demais raças, sintam a urgência de agir.

Elfos

"O elfo só é solidário na peste negra!" -  Ditado popular da raça humana
Toda raça élfica enxerga os não elfos com certa indiferença e frieza. Talvez pelo fato de que discordam de seus gostos e hobbies, por acharem as demais raças impacientes e/ou apressados ou ainda por lembrarem do que foi feito com os elfos nativos do reino e que há muitos lugares onde ainda hoje podem ser escravizados.

Devido essa insegurança diante das outras raças, desenvolveu-se uma afetividade muito grande entre os povos élficos, de forma que eles raramente permitem que sentimentos de amizade ou amor cresçam para com os não elfos. Por outro lado, a afetividade entre eles é enorme. É comum ver elfos chorando pela dor de elfos que mal conheceram, fazendo que as demais raças os considerem exagerados, dramáticos ou ainda como falsos. Chamar um elfo de mentiroso pelos seu sentimentalismo ou trair os sentimentos puros de um elfo pode invocar uma fúria que durará por muito tempo.

Elfos costumam aproveitar bastante sua longa vida (para eles, curta), voltando-se pouco para filosofia e pensamentos existenciais e focam sua espiritualidade e sentimentos. Para as demais raças, o elfo não pensa no futuro, tentando apenas viver o presente. Mas a verdade é que os elfos pensam sim no futuro, mas com uma mente mais tranquila que as demais raças.

Muitíssimos são os bardos e rangers elfos, pois ambas classes possuem coisas que são prazerosas, contato com a natureza ou com a diversão. A vida de um elfo é curta demais para perder tempo com coisas não interessantes (e o que pode ser mais interessante que viver a vida e aproveitar até o último minuto de cada dia?). Por isso, os elfos se dedicam em muito a arte e a expressão, tornando-os grandes artífices em qualquer área que se dedicarem. Mas nem todos gostos élficos são unânimes e as sub-raça de elfos se dividem em seus gostos pelo que mais pode ser interessante para eles. As qualquer forma, os elfos buscam aproveitar da melhor forma possível tudo que lhe interessa, sendo isso uma satisfação espiritual. Você nunca verá um elfo ouvindo música pensando em algum problema. Essas distrações ficam para depois.

"A companhia de um elfo é a pior forma de solidão." -  Ditado popular comum em raças não élficas

Os elfos da lua é mais adaptado a viver em cidades, pois nelas há a chance de conhecer mais pessoas. São os elfos que mais aceitam a convivência com as demais raças e gostam de aprender as peculiaridades de cada uma. Dentre as coisas que mais prendem a atenção de um elfo da lua, está a magia arcana. É muito comum ver um elfo da lua se dedicar aos estudos arcanos, buscando aprender todo detalhe de cada magia estudada, cada cântico correto de um ritual (inclusive a entonação ideal) e cada desenho de runa.

Elfos do sol evitam qualquer raça não élfica e agem de forma hostil com não elfos, sendo um oposto aos elfos da lua. Amam a magia arcana como seus parentes e desejam aprender o máximo possível dela. Não se imaginam longe de suas cidades, que é uma urbanização mais "verde" que as comuns das outras raças. Não nasceram para florestas como animais ou se pendurar em árvores como pássaros e preferem viver no chão. Preferem viver em bosques verdes mas prezam mais ainda pela distância entre eles e os não elfos, preferindo às vezes, em casos extremos, viver no subterrâneo.

Um pouco mais abertos ou talvez curiosos em relação a outras raças são os elfos da floresta. A floresta é um coração pulsante, cheio de vida e lá está está a alma desta sub-raça. Ela é tão variada, com tantos nuances que é impossível não desejar entrar em comunhão com ela. Assim, muitos destes são rangers (ou ainda druidas), já que manter-se com a variedade das florestas é importante para estes. Há elfos da floresta que vivem na copa das árvores, mas a grande maioria prefere a variedade de caminhos e liberdade que o solo proporciona.

Amantes das altas árvores, os elfos selvagens gostam de reclusão nas densas florestas quentes. São tão fechados em relação as outras raças como os elfos do sol. A copa das árvores costumam ser seguras e inacessíveis para muitos e esta raça adora estar próxima do céu e continuar acolhida pelas árvores. Para os  elfos selvagens, a espiritualidade é muito importante, de forma que muitos se tornam feiticeiros poderosos e que não precisam seguir o rigor tedioso da magia arcana.

Os últimos, elfos negros são tão sisudos em relação aos não elfos quanto os elfos do sol. São desconfiados com qualquer bondade que recebam e não se espantam ao serem traídos. Diz-se que este comportamento não veio da escravidão, mas sim da maldição que a sub-raça recebeu em eras antigas por adoração a deuses malignos. Estes elfos costumam viver nos subterrâneos, já que a maioria sente-se mal com a luz do dia. Vivem uma sociedade matriarcal, e apenas as mulheres são aceitas como clérigas da divindade da família em que vivem. Os homens são permitidos estudos profundos em magia arcana, muitas vezes proibida e perigosa aos demais magos. Estes elfos amam o poder acima de tudo.

(artigo incompleto)

sexta-feira, 22 de março de 2013

Receita: Bonn's Drynq


Bonn's drynq: Bebida bastante exótica, criada pela extrema falta de recursos. Em um barril de cerveja comum, se adiciona água do rio, para aumentar a quantidade de bebida. Neste mesmo barril, adiciona-se um peixe que passa pelo menos uma semana mergulhado na bebida, fazendo suas necessidades enquanto consegue viver. As melhores bebidas são as quais os peixes sobrevivem ao menos 2 dias.

Resumo da Aventura (19-mar-2013)


"Caminhos Separados - Parte 1"
Data de jogo 27° Dia (14/11)
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Morten desperta cedo. Caminha observando melhor a cidade, indo até o rio, para observar os pescadores e seus pequenos barcos. Vai até a taverna, para se alimentar. Lá, descobre que a comida demorará um pouco e pede uma cerveja leve. Tenta puxar conversa com a moça da taverna sem sucesso.

Brunn, amigo de Aryl, vai até o quarto dela e informa que irá trazer comida, já que no dia anterior, ela fez isso. Sai então da estalagem e caminha à passos largos em busca de comida na taverna. Chegando lá, vê que não há pessoas comendo e senta-se num canto afastado.

Elyn desperta e se vê sozinha no quarto. Segue até a taverna, onde encontra  Morten. Conversam sobre informações obtidas e como seguir viagem. Surge Issamu e cumprimenta os dois amigos de viagem. Conversam um pouco mais.

Na estalagem, Sigge desperta e deixa Atiel no quarto. Passeia um pouco pela cidade, com olhar prescrutador. Após um tempo, fica satisfeito e volta para o quarto na estalagem.

Adele e Ember chegam juntas na taverna. Ember solta algumas piadinhas indiretas para Elyn, deixando Issamu com o rosto avermelhado. A clériga Adele então diz para a maga Ember deixar as brincadeiras para depois. Já satisfeita, Ember sorri e silencia. Neste momento, Morten entende então por que foi difícil dormir com os barulhos vindo dos quartos vizinhos.

A companheira de quarto de Sigge já tinha despertado e fica emburrada. Atiel reclama por ele ter deixado ela sozinha. Conversam um pouco e decidem ir à taverna. A elfa se torna guepardo e saem juntos. Para a surpresa de Sigge, percebe que por muito pouco não foi atingido por um "tiro fecal" vindo de alguma ave, que acaba de fazer um rasante e volta aos céus. Sabe-se lá o que está acontecendo com as aves...

A comida então é servida na taverna. O Morten sente o sabor do pirão, muito melhor que a comida em Baford. Elyn pede o mesmo prato, já pensando em se alimentar o quanto antes. Ember pede peixe e a clériga pede carne de caça. Morten relembra da temerosa e hedionda bebida que tomou em Beirágua...

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Bonn's drynq: Bebida bastante exótica, criada pela extrema falta de recursos. Em um barril de cerveja comum, se adiciona água do rio, para aumentar a quantidade de bebida. Neste mesmo barril, adiciona-se um peixe que passa pelo menos uma semana "vivendo" na bebida e fazendo suas necessidades enquanto consegue viver. As melhores bebidas são as quais os peixes sobrevivem ao menos 2 dias.
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Sigge cutuca Morten e pergunta o que ele estava comendo. O bardo decide pedir o mesmo que seu companheiro de viagem e pede carne de caça para a Atiel. Pouco depois, a comida chega, justamente quando Sigge percebe Brumm, homem enorme que vestia-se basicamente com pele de texugo. Disfarça o olhar.

Com olhos observadores, Morten percebe olhar feio da Ember para Sigge e Atiel. O homem exótico então pergunta o que está acontecendo. As garotas, sem entender, se perguntam o que acontecia. Ember apenas ignora, enquanto Adele olha para sua roupa, pensando se havia algum "decote grande demais". Voltam-se novamente então à conversas corriqueiras.

Issamu então informa que pensou em viajar de barco, já que poderiam ganhar tempo com isso. Sigge ressalta sobre a necessidade de um barco que levem os cavalos do grupo. O ocidental concorda e rapidamente termina de comer. Morten faz o mesmo, ao perceber que Issamu queria ir até o pequeno porto, perguntar sobre as embarcações.

No pequeno porto, o Issamu e o homem misterioso perguntam se haviam barcos grandes o suficiente para que levassem os cavalos. O habitante local então, meio atrapalhado, diz que não sabe informar. Morten, com sua mente perspicaz, percebe que há algo errado e diz para que Issamu ofereça algum suborno. Rapidamente o ocidental oferece 50 peças de ouro e então ouve a verdade...

Sigge termina de comer e se levanta. Adele pergunta o motivo de tal pressa, já que foi o último a chegar e terminou a comida antes que as garotas. O bardo diz que arrumará as coisas e sai da taverna.

Aquele homem do porto relata que os orcs, quando invadiram e tomaram a cidade, haviam matado todos animais que tinham na cidade e que estavam usando os cavalos do grupo para arar a terra. Issamu e Morten ficam revoltados e voltam até a taverna, à fim de contar a descoberta.

As garotas comentam sobre a atitude de Sigge. Ember diz que ele terá "intimidades" com aquele "bichinho" dele. Elyn diz que a noite dele e da Atiel parece ter sido "divertida". Ember diz que certamente já aconteceu algo mais entre a ruiva e o "olhos puxados". Elyn se defende dizendo que não aconteceu nada até agora. Ember duvida e diz que acha que Issamu não perderia tempo. Adele então diz que não acha que haveria motivos para mentir e ressalta que essa informação não é de importância para o grupo. O particular pertence a cada um. A maga então diz que Elyn encontrou quem acobertasse o "querido casal".

Sigge chega na estalagem junto com Atiel. A elfa volta para sua forma normal e deita-se para ouvir seu bardo favorito tocar.

Morten e Issamu chegam na taverna e relatam para as garotas que as pessoas da cidade estavam usando os cavalos para arar a terra. O silêncio então pairaria por completo na estalagem, se não fosse pelo som da alimentação do grande Brunn, que come despreocupado e de forma voraz. O grupo comenta um pouco mais sobre o acontecido e finalmente o homem de Ganthas se levanta furioso, perguntando sobre o que foi feito aos cavalos. Sangue ferve e o bárbaro vai em disparada para a estalagem, gritando pelo caminho. O grupo conversa novamente e comentam sobre o que pensam da cidade. Acusações de furtos são lançados. E todos vão de volta a estalagem Celestia.

Enquanto toca, Sigge escuta pisadas fortes subindo as escadas. Após isso, som vem do quarto vizinho. Pouco depois mais pisadas e mais vozes. O bardo continua tocando despreocupado para sua bela platéia. Pouco depois, escuta som de vozes exaltadas à sua porta. Para de tocar e silenciosamente abre um pouco a porta, só para poder dar uma olhada rápida e discreta. É nesse momento que as luzes se apagam para ele.

Quando a consciência retorna. O bardo é surpreendido por estar deitado no chão, rodeado pelos companheiros. Contam-lhe que o bárbaro havia dado um soco na porta e quebrado parte dela. Falam também sobre as montarias e isso o revolta. Todos voltam a seus quartos e arrumam suas coisas.

Aryl chega com Brunn e o drow que capturaram ao cercado. Ela ordena que o bárbaro pegue os cavalos ele o faz, inicialmente dando um soco no homem, que acabava de guardar os cavalos cansados. O homem de Ganthas retira os cavalos dali e seguem rumo ao sul, com sua amiga. Ambos caminham relutantes, ainda desconfiando daquela estranha cidade e imaginando se o drow havia falado a verdade sobre seus companheiros sequestrados. Estariam eles naquela cidade, presos em alguma das residências? Como saber...

Chegando perto do cercado onde as montarias estavam, percebem que o homem que tomava de conta/dormia está utilizando uma corda para substituir temporariamente parte da cerca. Ao perceber a aproximação do grupo, desiste e diz que a ideia de usar os "cavalos", não foi dele. Elyn, diferente do resto do grupo, se despede. E todos vão rumo ao sul, caminhando ao lado de suas montarias cansadas.