sexta-feira, 22 de março de 2013

Resumo da Aventura (19-mar-2013)


"Caminhos Separados - Parte 1"
Data de jogo 27° Dia (14/11)
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Morten desperta cedo. Caminha observando melhor a cidade, indo até o rio, para observar os pescadores e seus pequenos barcos. Vai até a taverna, para se alimentar. Lá, descobre que a comida demorará um pouco e pede uma cerveja leve. Tenta puxar conversa com a moça da taverna sem sucesso.

Brunn, amigo de Aryl, vai até o quarto dela e informa que irá trazer comida, já que no dia anterior, ela fez isso. Sai então da estalagem e caminha à passos largos em busca de comida na taverna. Chegando lá, vê que não há pessoas comendo e senta-se num canto afastado.

Elyn desperta e se vê sozinha no quarto. Segue até a taverna, onde encontra  Morten. Conversam sobre informações obtidas e como seguir viagem. Surge Issamu e cumprimenta os dois amigos de viagem. Conversam um pouco mais.

Na estalagem, Sigge desperta e deixa Atiel no quarto. Passeia um pouco pela cidade, com olhar prescrutador. Após um tempo, fica satisfeito e volta para o quarto na estalagem.

Adele e Ember chegam juntas na taverna. Ember solta algumas piadinhas indiretas para Elyn, deixando Issamu com o rosto avermelhado. A clériga Adele então diz para a maga Ember deixar as brincadeiras para depois. Já satisfeita, Ember sorri e silencia. Neste momento, Morten entende então por que foi difícil dormir com os barulhos vindo dos quartos vizinhos.

A companheira de quarto de Sigge já tinha despertado e fica emburrada. Atiel reclama por ele ter deixado ela sozinha. Conversam um pouco e decidem ir à taverna. A elfa se torna guepardo e saem juntos. Para a surpresa de Sigge, percebe que por muito pouco não foi atingido por um "tiro fecal" vindo de alguma ave, que acaba de fazer um rasante e volta aos céus. Sabe-se lá o que está acontecendo com as aves...

A comida então é servida na taverna. O Morten sente o sabor do pirão, muito melhor que a comida em Baford. Elyn pede o mesmo prato, já pensando em se alimentar o quanto antes. Ember pede peixe e a clériga pede carne de caça. Morten relembra da temerosa e hedionda bebida que tomou em Beirágua...

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Bonn's drynq: Bebida bastante exótica, criada pela extrema falta de recursos. Em um barril de cerveja comum, se adiciona água do rio, para aumentar a quantidade de bebida. Neste mesmo barril, adiciona-se um peixe que passa pelo menos uma semana "vivendo" na bebida e fazendo suas necessidades enquanto consegue viver. As melhores bebidas são as quais os peixes sobrevivem ao menos 2 dias.
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Sigge cutuca Morten e pergunta o que ele estava comendo. O bardo decide pedir o mesmo que seu companheiro de viagem e pede carne de caça para a Atiel. Pouco depois, a comida chega, justamente quando Sigge percebe Brumm, homem enorme que vestia-se basicamente com pele de texugo. Disfarça o olhar.

Com olhos observadores, Morten percebe olhar feio da Ember para Sigge e Atiel. O homem exótico então pergunta o que está acontecendo. As garotas, sem entender, se perguntam o que acontecia. Ember apenas ignora, enquanto Adele olha para sua roupa, pensando se havia algum "decote grande demais". Voltam-se novamente então à conversas corriqueiras.

Issamu então informa que pensou em viajar de barco, já que poderiam ganhar tempo com isso. Sigge ressalta sobre a necessidade de um barco que levem os cavalos do grupo. O ocidental concorda e rapidamente termina de comer. Morten faz o mesmo, ao perceber que Issamu queria ir até o pequeno porto, perguntar sobre as embarcações.

No pequeno porto, o Issamu e o homem misterioso perguntam se haviam barcos grandes o suficiente para que levassem os cavalos. O habitante local então, meio atrapalhado, diz que não sabe informar. Morten, com sua mente perspicaz, percebe que há algo errado e diz para que Issamu ofereça algum suborno. Rapidamente o ocidental oferece 50 peças de ouro e então ouve a verdade...

Sigge termina de comer e se levanta. Adele pergunta o motivo de tal pressa, já que foi o último a chegar e terminou a comida antes que as garotas. O bardo diz que arrumará as coisas e sai da taverna.

Aquele homem do porto relata que os orcs, quando invadiram e tomaram a cidade, haviam matado todos animais que tinham na cidade e que estavam usando os cavalos do grupo para arar a terra. Issamu e Morten ficam revoltados e voltam até a taverna, à fim de contar a descoberta.

As garotas comentam sobre a atitude de Sigge. Ember diz que ele terá "intimidades" com aquele "bichinho" dele. Elyn diz que a noite dele e da Atiel parece ter sido "divertida". Ember diz que certamente já aconteceu algo mais entre a ruiva e o "olhos puxados". Elyn se defende dizendo que não aconteceu nada até agora. Ember duvida e diz que acha que Issamu não perderia tempo. Adele então diz que não acha que haveria motivos para mentir e ressalta que essa informação não é de importância para o grupo. O particular pertence a cada um. A maga então diz que Elyn encontrou quem acobertasse o "querido casal".

Sigge chega na estalagem junto com Atiel. A elfa volta para sua forma normal e deita-se para ouvir seu bardo favorito tocar.

Morten e Issamu chegam na taverna e relatam para as garotas que as pessoas da cidade estavam usando os cavalos para arar a terra. O silêncio então pairaria por completo na estalagem, se não fosse pelo som da alimentação do grande Brunn, que come despreocupado e de forma voraz. O grupo comenta um pouco mais sobre o acontecido e finalmente o homem de Ganthas se levanta furioso, perguntando sobre o que foi feito aos cavalos. Sangue ferve e o bárbaro vai em disparada para a estalagem, gritando pelo caminho. O grupo conversa novamente e comentam sobre o que pensam da cidade. Acusações de furtos são lançados. E todos vão de volta a estalagem Celestia.

Enquanto toca, Sigge escuta pisadas fortes subindo as escadas. Após isso, som vem do quarto vizinho. Pouco depois mais pisadas e mais vozes. O bardo continua tocando despreocupado para sua bela platéia. Pouco depois, escuta som de vozes exaltadas à sua porta. Para de tocar e silenciosamente abre um pouco a porta, só para poder dar uma olhada rápida e discreta. É nesse momento que as luzes se apagam para ele.

Quando a consciência retorna. O bardo é surpreendido por estar deitado no chão, rodeado pelos companheiros. Contam-lhe que o bárbaro havia dado um soco na porta e quebrado parte dela. Falam também sobre as montarias e isso o revolta. Todos voltam a seus quartos e arrumam suas coisas.

Aryl chega com Brunn e o drow que capturaram ao cercado. Ela ordena que o bárbaro pegue os cavalos ele o faz, inicialmente dando um soco no homem, que acabava de guardar os cavalos cansados. O homem de Ganthas retira os cavalos dali e seguem rumo ao sul, com sua amiga. Ambos caminham relutantes, ainda desconfiando daquela estranha cidade e imaginando se o drow havia falado a verdade sobre seus companheiros sequestrados. Estariam eles naquela cidade, presos em alguma das residências? Como saber...

Chegando perto do cercado onde as montarias estavam, percebem que o homem que tomava de conta/dormia está utilizando uma corda para substituir temporariamente parte da cerca. Ao perceber a aproximação do grupo, desiste e diz que a ideia de usar os "cavalos", não foi dele. Elyn, diferente do resto do grupo, se despede. E todos vão rumo ao sul, caminhando ao lado de suas montarias cansadas.

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